Paróquia Cristo Rei

1960

Nossa Senhora dos Navegantes

A colonização desta localidade iniciou-se por volta do ano de 1885, quando chegaram os primeiros moradores alemães e aí se estabeleceram: William Sauter, Poerch, Gerônimo Moichten, Rainoldo Diller, Guilherme Fetzer, Berghahn, Guilherme Petry, Oswaldo Unguer, Martin Kruch, Dutenchtat, Adies, Dorneles, Loeff, Sander, Kapper, José Manuel Mallmann, José Dirings, Alberto Simon, Stangler e outros.

Os primeiros moradores encontraram muitas dificuldades para se estabelecerem como: difícil locomoção, falta de instalação, recursos médicos, praga de gafanhoto, pouco dinheiro para manter a família.

Dedicaram-se principalmente ao desmatamento para que ali fossem feitas lavouras e construírem as suas casas. Muitas serrarias surgiram e com o passar do tempo lavouras de milho e mandioca, além de outras culturas de subsistência. A mandioca era beneficiada em tafonas, onde era fabricada a farinha de mandioca, que era vendida para vários lugares e empregava bastante mão de obra.

Existia ali uma invernada onde havia a criação de gado, sendo esta a razão do nome de Invernadinha.

A fundação da capela deu-se no dia 09 de janeiro de 1960. Os sócios fundadores da primeira comunidade foram: Alberto S. Filho, Arnildo Mallmann, Artur Winter, Adolfo Berres, Avelino Vergutz, Benjamim Dirings, Beno Winter, Edvino Mallmann, Edgar Abegg, Lauro Graff, Norberto Winter, Norberto Schú, Odilo Petry, Osvino Muller, Querino Persch, Rudi Winter e outros.

A razão principal da fundação da capela foi a distância da igreja matriz. O pedreiro foi escolhido antes da fundação da capela por Adolfo Berres. As terras da capela foram doadas por Adolfo Sipp. Para adquirir o sino a comunidade realizou várias campanhas. O pavilão foi construído para a realização de festas. A capela, altar, bancos, sacristia, foram construídos por Adolfo Berres e Edgar Maches, as alfais foram compradas pela comunidade. Os primeiros cantores da comunidade foram Walter Berres com o coral de Linha Glória.  

O primeiro catequista foi Armindo Grams e os primeiros catequizandos foram: Otomar Winter, Alciro Schú, e Valdir Graff. A via sacra foi doada por Avelino Vergutz. O cemitério foi feito devido a distância de outros lugares, logo foi cercado feito planta dos túmulos que foram projetadas pelo senhor Valter Viethenhenps e as terras foram doadas por Roberto Sipp. A primeira pessoa a ser sepultada foi uma criança, que não se sabe ao certo quem é, nem onde está enterrada.

Mais tarde, para a realização de festas e demais eventos, foi construído um pavilhão comunitário juntamente com a comunidade evangélica, ele foi construído pelas duas comunidades. As festas anuais são realizadas de forma ecumênica entre as duas comunidades. Tudo inicia com uma celebração ecumênica, celebrada pelo Padre e o Pastor, em uma das igrejas alternando a cada ano.

Nossa Senhora dos Navegantes é uma comunidade que renova o espírito das pessoas, um clima familiar, de fé e compromisso com a comunidade.

A Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes quer agradecer as doações recebidas durante o ano de 2020:
Doações dos postes de concreto para reforma do cemitério: Elpídio e Neiva Kerber;
Doação da madeira para futura construção do banheiro e sala: José Dengaten e família;
Doação de serviço de serragem: José Dengaten e família e Jocemar e família e Gustavo;
Doação de serviços na colocação da cerca no cemitério e pintura: Jocemar e família, Gustavo Junges, Laércio Kerber e Alexandre Philipsen;
Agradecer uma doação financeira feita para Comunidade de forma anônima;
Doação de adubo para plantio do soja por Elpídio e Neiva Kerber;
Agradecer Edio Gral e família, Daniel Grahl e família da comunidade evangélica, pelo serviço de plantio e colheita do soja.

José Dengaten batendo o Sino

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