Paróquia Cristo Rei

1976

São Cristóvão

No final da década de 50, em uma área pertencente ao Dr. Otto Sthal, começou a surgir uma nova vila. Esta área se localizava entre a estrada que liga Não Me Toque a Bom Sucesso, hoje rua Pastor Theophil Dietschi, a rua da gruta, o arroio que passa por trás do aquático e as terras de propriedade do Sr. Schmiedt.

Por volta do ano de 1957, instalou-se o primeiro morador nesta área, Sr. Alfredo Buss. Já no ano seguinte, 1958, iniciou-se o processo de loteamento, sendo que uma das primeiras pessoas a adquirirem uma parte desta área, foi o Sr. Levino Binsfeld. Posteriormente, foram comprado e se instalando as famílias Pagliarini, Da Roza, Muller, Womer, Batista.

Na época, as dificuldades encontradas pelos primeiros moradores eram inúmeras. Faltava-lhes tudo em termos de infraestrutura. Não haviam ruas, somente alguns trilhos que atravessavam o campo cobertos de arbustos e mata nativa, sem energia elétrica, etc. A exploração da terra era basicamente o trabalho destes moradores, ou seja, desmatamento, para pequenas plantações, chamadas roças. 

Em meados dos anos 60, instalaram-se os primeiros comércios, sendo que a primeira veio de uma sociedade entre pessoas das famílias Scopel e Acadroli, as quais abriram uma marcenaria que posteriormente se transformou em fábrica de móveis.

Já com a via mais povoada, começou-se a abrir ruas, instalar-se a rede de energia elétrica e da construção da primeira escola. Também chegou a primeira indústria – GELSA – indústria de beneficiamento de leite. Com o fechamento desta indústria, instalou-se no seu lugar um abatedouro de gado e suíno, mais conhecido como frigorífico.

Isto trouxe mais famílias para a vila, principalmente com a intenção de trabalhar nesta indústria, que gerou empregos para os moradores, que já se encontravam aqui instalados.

Acredita-se que em função e da instalação desta indústria, e a perspectiva de novos empreendimentos, tenha originado o nome da vila que passou a dominar-se Vila Industrial.

Em 1976, a Paróquia Cristo Rei decidiu formar uma comunidade. Membros da Vila Industrial em conjunto com Frei Ludovico e a Irmã Cleonice escolheram como padroeiro da Capela, como São Cristóvão. São Cristóvão, peregrino que carregava o menino Jesus Cristo nos ombros. São Cristóvão que nos ensina que a fé, o amor, a caridade, nos leva ao encontro de Jesus Cristo. Também padroeiro e Santo protetor dos motoristas.

Fundada a Comunidade São Cristóvão, que teve como primeiro presidente, Sr. Manoel Claudino Nunes, 1º tesoureiro: Antoninho Nelson Chaves, 2º tesoureiro Arlindo Sotta, 1º Secretário, Valdemar da Rosa, 2º Secretário Idemar Pagliarini, juntamente com os demais membros da diretoria, firmou um contrato com a Prefeitura Municipal para a cedência da antiga escola, para que a comunidade tivesse um local para instalar a Capela São Cristóvão. Este contrato vigoraria até a construção das atuais instalações. Durante este período, a diretoria procurou em trazer fiéis, assim como adquirir bens para a comunidade, como a imagem de São Cristóvão, o altar cedido pela matriz, bancos etc.

Em abril de 1978, foi eleita a nova diretoria assim constituída: 1º presidente Geraldo José Roehe; 1º tesoureiro: Aldino de Pádua.

Já em 1982, foi empossada a nova diretoria da comunidade. Esta diretoria, a convite da irmã Cleonice, teve 1º presidente o Sr. Jorge Castanha da Rocha; 2º presidente Ludovino Toniolli; 1º tesoureiro Ricardo Cervo, 2º tesoureiro Ademar da Rosa, 1º secretário Adão da Rocha.

O conselho fiscal esteve a cargo de Anilvo Schuster; Ari Klein; Abílio Dillemburg; Arno Pauwels; Dorvalina Mallmann; Osvino Teloecken; Romeu Kuhn; Luiz Pagliarini e Ilse Berwig.

Em 1983, a comunidade adquiriu um terreno de 600 metros quadrados, onde iniciou a construção de um pavilhão, usado para festas da comunidade, missas e outros. Após com muitas dificuldades, no ano de 1984, concluiu-se a construção do mesmo. Neste ano, foi eleita nova diretoria, sendo reeleita a mesma diretoria por mais um mandato. Após serem liquidados os débitos referentes à construção com os fornecedores, a diretoria investiu na compra de mesas, cadeiras e utensílios utilizados e necessários para o pavilhão. Também foi feito um aumento nas instalações do pavilhão, copa, cozinha, e churrasqueira. Em fins do ano de 1985, teve eleições e novamente foi eleito para presidente Jorge Castanha da Rocha, ludovino Toniolli, José Alvori da Rosa e Adão da Rocha. Em 1986, a comunidade adquiriu outro terreno com a finalidade de construir uma nova capela. No mesmo ano iniciou-se a construção da mesma, com o lançamento da pedra fundamental. No ano seguinte, comprou-se o material necessário para efetivar a construção da Igreja que foi inaugurada em 09 de agosto de 1987.

Ao final do ano de 1987, elegeu-se a nova diretoria que ficou assim constituída: presidente; Romeu Klein, vice-presidente Aderino Pirolli, tesoureiro Élcio Dresch, vice-tesoureiro Aldino Binsfeld e secretário Ludovino Toniolli.

Em meados de 1990, elegeu-se a diretoria constituída pelo presidente Alderino Pirolli, vice Sérgio Kaiser, tesoureiro Élcio Dresch, vice Alvori da Rosa, conselheiro Olmiro Schmitt, Aldino Binsfel, secretária Marilú Scherer.

No ano de 1991, o Sr. Jorge Castanha da Rocha foi indicado como representante da Comunidade no Conselho Paroquial Pastoral da Paróquia Cristo Rei.

No mês de dezembro de 1991 foram eleitos para o biênio seguinte os membros da comunidade, presidente Sérgio Souza, vice Darci Klein, tesoureiro Jorge Castanha da Rocha, vice Milton Kellermann, secretário Jaime Ballin, vice Roberto Barzotto. Também foi escolhido o conselheiro fiscal que teve, Idemar Pagliarini; Dario Pereira e Silva; Roberto Brum dos Santos; Pedro Dillemburg; Paulo Klein; Manoel Claudino Nunes e Elói Holz.

Em fevereiro de 1992 elegeu-se o Conselho Comunitário de Pastoral formado por representantes da diretoria da Comunidade. Sérgio Souza e Jorge Castanha da Rocha; representantes da Escola Municipal: Cleonice Roveda e Eli Xavier Donatti, representantes das monitoras: Benvinda Barzotto e Dulce Pagliarini, representando os ministros da Eucaristia: Júlio e Marina Schmitt, representando a pastoral da saúde: Alaíde Ballin e Maria Judite da Silva, representando a catequese: Iraci da Rocha e Lúcia Teloeken; cursilhistas Néri da Costa e Roberto Barzotto, liturgia; Irmã Cleonice e Zulmara Kellermann; Acolhida: Marlene Nunes e Edorilde Scherer; clube de mães: Norma Gorgen e Dulce Loeff; grupo de jovens Pedro Tonezer e Jucelino Silva; zeladoras de capelinhas: Olinda Pagliarini e Altivia da Rocha. Teve como presidente a Irmã Cleonice e como secretário Jaime Ballin.

Durante o ano de 1992, iniciou-se a construção da Capela Mortuária da comunidade São Cristóvão.

Muitos outros conselhos se passaram no decorrer da caminhada, todos conselhos bons que demonstrar cuidado e carinho pela comunidade. Hoje atualmente a comunidade é forte e grande em número de membros. O atual conselho de 2021 formado por: Coordenador, Jair da Silva, Secretário; Wallesten Schwartzhaupt, vice secretário Verediane Mendes Monteiro; tesoureiros e coordenação de CAE, trabalharam juntos Tereza Baldissera (Tita) e Alfredo Muhl Leni Schwalbert e Lorena Schuster na coordenação da liturgia e representando os Ministros da Eucaristia Lúcia Teloeken e outros e esses todos foram e são valentes, fizeram uma reforma geral da Igreja, investindo em reformas, pinturas interna e externa, telhado e foro novo, equipamento de som de ótima qualidade, cadeiras novas para sala de catequese e sala mortuária, instalação de um sino na torre da Igreja. Atual coordenador da comunidade Jair da Silva, juntamente com sua esposa Elesiane da Silva que também exerce a função de catequista e os dois filhos Gustavo e Gabriéli, que ajudam na animação das Missas.

Esse mesmo conselho também trabalha muito em benefício da comunidade, assim como no salão de festas, adquiriram cadeiras, mesas e outros cuidados e instalações.

Quando tem festa da comunidade, uma imensa procissão de caminhões e carro que sai lá do outro lado da Cidade, com a imagem de São Cristóvão em cima de um caminhão percorrem por várias ruas com destino a Igreja, onde o padre já espera com baldes de água benta para abençoar a todos. O povo espera com alegria. Após todos se dirigem ao interior da Igreja onde é celebrado a Santa Missa do Padroeiro, uma missa sempre muito bem preparada e bem animada com gaita e violões. Após almoço e festa no salão da comunidade.

A este conselho devo em nome de toda paróquia os sinceros parabéns, pois resgataram o espírito de comunidade, tanto como na catequese e liturgia mas também como no lado financeiro da comunidade. Resgataram um rebanho inteiro. Igreja sempre cheia. Igreja sempre limpa, material litúrgico sempre em ordem.

Olá, podemos te ajudar?